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ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME

ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME
ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME "O caminho proibido" é a nova onda que atores bacabalenses estão vivenciando desde fevereiro. O elenco, formado em sua maioria por integrantes do grupo Faces da Arte, de onde surgiu a idéia, conta também com a participação de atores de outros grupos como Cia Curupira e Facetários. Dirigido por Rogê Francê, o filme traz em seu roteiro a trama de um relacionamento mal resolvido entre Kátia (Laiza Hawitt) e Fernando (Costa Filho), que, no trajeto de uma reconquista, vão se deparar com um "caminho proibido". Ali acontecerão cenas de ação, suspense e mistério e morte entre o casal e dois psicopatas interpretados por José Wilker (Cia Curupira) e Pablo Evangelista (Grupo Facetários). "Algumas cenas já foram gravadas. Mas há ainda muita coisa há ser feita, pois um filme, por simples que seja, requer longas horas de trabalho", diz o roteirista e diretor Rogê Francê. Segundo o elenco, os recursos de produção serão um segredo para o público, que certamente vai se encantar com o resultado. Costa Filho, que já protagonizou "A milagreira", filme ainda não concluído, dirigido por Sônia Maria e Joabe Ricardo, se mostra otimista com mais uma experiência na área cinematográfica. "É gratificante participar de mais um filme. Não é nem um Titanic ou trilogia de Harry Potter, mas nas pequenas ações também pode se deixar grandes lições", conclui o ator. Confira neste blog fotos e vídeos do "'making of" desta produção cinematográfico-bacabalense. NA FOTO alguns do elenco: Costa Filho e José Wilker (agachados), Laiza e Rogê (no meio abraçados)

17/05/2010

AMIZADE

Amizade é um laço dourado e precioso como o próprio ouro. E quando é saudável, verdadeira e confiável, não há adjetivos que a defina. Ontem ouvi de um jovem sobre a saudade de um amigo (ex-cunhado) distante, com quem podia contar e partilhar nos bons e maus momentos. Hoje aquela cena me leva a escrever estas linhas e deixá-las com meu abraço a meus poucos amigos. E um deles é você, Malaka.

CRÔNICA EM FOCO

A BLITZ
Edgar Moreno

Frrii! ― o apito ecoa alto e rápido em um dos pontos de blitz da cidade. O PM sinaliza ao estacionamento. O motociclista obedece. E o policial com a atenção dividida entre um veículo e outro:
―A habilitação e o documento, por favor.
―Arre, égua! Não trouxe ― responde o motociclista arregaçando os bolsos.
―A moto vai ter que ficar retida.
―Não! Isso não! Que é isso, camarada, quebra o galho aí.
―Quem quebra galho é macaco. Isso é ordem superior do comandante Ortoberto: a partir de hoje garupa somente com capacete; dirigir, só com habilitação, além de outras medidas de segurança e prevenção que todo mundo vinha fazendo vista grossa aqui na cidade.
―E isso vai funcionar, em pleno ano de eleição?
―Aí é que o senhor se engana... Em ano de eleição os cofres têm que estar cheios para a campanha. Mas deixe de papo furado, me dê a documentação sua e da moto.
―Porra, merda! Já disse que esqueci! Só me faltava essa!
―O senhor bebeu?—pergunta o PM, encarando o semblante do condutor.
―Não... Quer dizer... Mas eu posso ir buscar a habilitação e o IPVA em casa. É bem pertinho e prometo que volto. Só tenho aqui o RG. Veja.
―Eu lhe perguntei se o senhor andou bebendo!
―Não senhor, eu não consigo andar e beber ao mesmo tempo. O senhor consegue?
―Está de gracinha comigo? ―avermelha-se o PM.
―Se Vossa Senhoria estiver falando de minha patroa pode baixar o facho. A Gracinha nunca esteve com ninguém. Ela sempre me foi fiel e deve estar em casa assistindo sua novela favorita.
―Agora, além da apreensão da moto, que nem sei se é sua, vamos ter que fazer o teste do bafômetro.
―Topo na hora! Eu sempre quis conhecer essa geringonça. Mas o senhor também bebeu?
―Como assim, seu motora truculento! É claro que não bebi. Mas por que está perguntando isso?
―É por que Vossa senhoria...
―Isso é uma ironia?
―Não, é respeito.
―Pois continue ― sugere o policial, posudo.
―É porque Vossa Senhoria disse: “VAMOS ter que fazer o teste do bafômetro”.
―Que bafômetro? Ah, isso é um modo de falar. Sabe como é a língua portuguesa, né...
―Já vi que quem está bêbado aqui não sou eu...
―Se o senhor insistir em me irritar, eu mando prendê-lo por desacato à autoridade.
―E eu posso processá-lo por abuso de poder.
―Você não sabe o que diz; é um bêbado. Vamos, estacione ali. O reboque vai levar a moto e o senhor pode até ir preso por dirigir em estado de embriaguez.
―Sou um cidadão de bem.
―Um cidadão de bem não põe a vida dos outros em perigo.
―E um cidadão de bem também não pode tomar sua cervejinha? Vocês deviam está era prendendo os bandidos. A cidade está um caos em criminalidade. É só o que se vê nos canais da TV local.
―Vá dizer isso às autoridades.
―E Vossa Senhoria não é uma autoridade?
―Sim, eu sou, mas... Olhe, o senhor está me atrapalhando e o trânsito também. Veja o fluxo de veículos, tudo para ser verificado.
―Culpa do governo que não oferece o contingente de policiais necessários à população.
―Vá dizer isso no Palácio dos Leões ou ali na Câmara Municipal.
―E adianta?
―O senhor devia ser um político.
―Deus me livre. Prefiro ser um politizado.
―Pois dê cá sua chave e espere o reboque ali, ou então vá para casa.
―Daqui eu não saio.
―Vou chamar meu chefe.
―E por que o senhor não me libera?
―Nunca. O senhor está dirigindo sem habilitação, sem o documento do veículo, embriagado e por cima é atrevido.
―Posso lhe deixar uma merenda.
―Não repita tal expressão! Isso é suborno e suborno é crime. Posso lhe filmar com o meu celular.
―E a amizade de nossos filhos, não conta? Todo mundo faz isso.
―Sacanagem! Isso só pode ser uma pegadinha. Não sei onde estou que não chamo a guarnição.
―É pegar ou largar.
―É pegar sim, várias multas e muitos pontos na carteira. Assine aqui. Mas antes me deixe ver direito o estado dessa moto. Os pneus estão carecas, um retrovisor quebrado... O sinal funciona? E este capacete? Está muito velho, a jugular não prende mais. Cadê o adesivo do tipo sanguíneo? E este outro capacete pendurado no braço?
―E onde poderia pô-lo? No pneu? No guidão? Na minha perna?
― Na bunda.
―Você está sendo deselegante.
―Não senhor! Estou falando sério. O capacete do garupa deve ir atrás da bunda do condutor protegido por aquela redinha. Deve custar uns 5 contos.
―Tudo isso?
―Melhor do que uma multa ou um paletó de madeira.
―Mas, convenhamos: não é nada bonito, andar com aquilo atrás da gente.
―Uma via de trânsito não é uma passarela, seu Astrogildo, não é assim o seu nome?
―Sim, é assim o meu nome. Algum problema?
―Não, nenhum. Só achei um pouco engraçado. Mas continuando, no trânsito pense primeiro na segurança, dirigindo por si e pelos outros.
―Não foi o que o senhor pensou quando ia me trancando outro dia na esquina da Carlos Pereira com a Rua da Bacabeira, Maranhão Sobrinho, Assembléia de Deus, sei lá...
―Isso não vem ao caso.
―É como dizia minha mãe, casa de ferreiro, espeto de pau. Pois me diga uma coisa: Meu vizinho me disse que vai comprar mais dois capacetes para poder levar os filhos à escola. Três pessoas de capacete pode?
―Nem com capacete, nem sem capacete. Isso fere a Lei 9.503/97. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, uma moto foi feita para levar apenas o condutor e o garupa, ambos de capacete.
―E saco de arroz, pode?
―Também não, nem arroz, nem feijão, nem carga. Para isso tem o serviço de reboques devidamente emplacados.
―Onde, aqui?
―Talvez.
―E como meu compadre vai transportar a mercadoria dele, coitado!
―Isso é um problema dele.
―Pois me diga, e aqueles velhinhos quase caindo para trás com as mãos grudadas na churrasqueira dos mototáxis? E aquelas mulheraças que se arrocham nos machos? Isso pode?
―Segundo o CTB, o ideal é que o garupa segure a cintura do condutor. Agora saber por que eles não seguram na cintura, só os velhinhos ou os motoqueiros podem responder. Quanto às gostosas, quero dizer, mulheres, só não vale é irem além daquela pegada.
―Só mais uma perguntinha...
―Seu Astrogildo...
―Eu ia perguntar por que esses semáforos daqui estão sempre com defeito.
―Vá perguntar ao Prefeito.
―Onde encontrá-lo?
―Seu Astrogildo, o senhor precisa ir para casa aliviar-se dessa ressaca. Já sei o que o senhor está querendo. Escute: a moto vai ficar apreendida. Passe amanhã na CIRETRAN para resolver seu caso, ou espere a multa chegar em sua casa. Seu endereço está atualizado?
―Seu PM, não quero ser insistente, mas veja lá, um menor vai dirigindo aquele Siena prata. E aquele empresário sem cinto de segurança? Tem uma criança no banco da frente. Olhe, o doutor Armando falando ao celular! Isso é ilegal. Veja! Faça alguma coisa, seu PM!
―Isso não é da minha alçada. Agora meu problema é com o senhor. Já assinou as multas? Mas antes voltemos ao estado da moto e à especificação de suas multas: começando com a infração leve de dirigir sem atenção: multa de R$53,20 e 3 pontos na carteira, conforme o artigo 169 do CTB. Você lembra que agora há pouco o senhor jogou uma sacola na via pública? Isso é uma infração média com multa de R$85,13 e 4 pontos na carteira. É só ler o artigo 172. De infração grave temos o fato de dirigir carro em mau estado de conservação.
―Mas isto não é um carro, é uma moto.
―Dá no mesmo.
―No mesmo uma ova! Carro é carro; moto é moto. Vou recorrer ao DETRAN.
―Recorra. É um direito que lhe assiste. Mas voltando ao seu veículo, veja: está uma calamidade, parecendo o carro velho do rabugento! Nesse caso temos uma falta grave, com multa de R$127,69 e 5 pontos na carteira. Quanto às infrações gravíssimas, com 7 pontos na carteira, temos o fato de o senhor está dirigindo embriagado. A multa, segundo o artigo 165 do CTB, é de R$957.60, podendo ser multiplicado por 5 vezes, suspensão do direito de dirigir detenção de 6 meses a 3 anos e 7 pontos na carteira, agravado pelo fato de pôr em risco pedestres e outros veículos, com infração também gravíssima e multa de R$191,54, suspensão do direito de dirigir, retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação. Ainda tem o desacato à autoridade... Isso tudo vai girar em torno de...
Vrrruuuummmmm...
―? — Seu Astrogildo! Seu Astrogildo! “Frrrriiiiiiii!” Segura o homem, guarnição! Segura o homem! Ué, mas a moto dele está aqui! Segura o homem, guarnição... Aquele lá, de camisa preta, que vai com o mototáxi...

11/05/2010

CHEGADA DO BLOG

Olá, internautas,


Chega à sua tela este singelo

BLOG DO COSTRA FILHO.

A intenção é alimentá-lo com
matérias ligadas à arte de maneiras em geral,
sobretudo literatura e poesia. A coluna CRÔNICA EM FOCO
publicada no periódico O MEARIM também vai ser publicada aqui.
Como ator amador da cidade de Bacabal,
as "páginasnets" vão girar em torno também do
TEATRO.
Espero que gostem e participem do meu blog.
Um blog abraço.

Costa Filho

CANTO DO HUMOR

QUEIMADOR DE CASA (Esta foi real)
                                   Adaptação de Costa Filho

A professora pergunta aos alunos em uma prova:
-O que você quer ser quando crescer?
Os alunos respondem;
-Eu quero ser médico.
-Eu policial.
-E eu comerciante.
Joãozinho bacabalense responde:
-Eu quero ser QUEIMADOR DE CASA.
Ao corrigir a prova, a profesora lê a "brincadeira" de mal gosto
 e põe ERRADO.
Em casa, Joãozinho bacabalense reclama para o pai,
que vai onde a professora. E Ela para o pai:
-Considerei ERRADO, sim! E o senhor tenha cuidado
 com as atitudes de seu filho.
-Não, professora, é que ele quer ser igual ao pai?
-Mas o senhor é tão mal assim? Queimador de casa!?
-Não senhora, há 10 anos eu queimo casas de aranha em residências.

ELENCO TEATRAL

ELENCO TEATRAL
Homenagem ao amigo Malaka no DF

Amigos da ASDEBAL (Ao amigo Malaka no DF)

Amigos da ASDEBAL (Ao amigo Malaka no DF)

Uma cena que ensina em "Viver é adaptar-se" peça de Casanova e Lúcia Correia

Uma cena que ensina em "Viver é  adaptar-se" peça de Casanova e Lúcia Correia