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ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME

ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME
ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME "O caminho proibido" é a nova onda que atores bacabalenses estão vivenciando desde fevereiro. O elenco, formado em sua maioria por integrantes do grupo Faces da Arte, de onde surgiu a idéia, conta também com a participação de atores de outros grupos como Cia Curupira e Facetários. Dirigido por Rogê Francê, o filme traz em seu roteiro a trama de um relacionamento mal resolvido entre Kátia (Laiza Hawitt) e Fernando (Costa Filho), que, no trajeto de uma reconquista, vão se deparar com um "caminho proibido". Ali acontecerão cenas de ação, suspense e mistério e morte entre o casal e dois psicopatas interpretados por José Wilker (Cia Curupira) e Pablo Evangelista (Grupo Facetários). "Algumas cenas já foram gravadas. Mas há ainda muita coisa há ser feita, pois um filme, por simples que seja, requer longas horas de trabalho", diz o roteirista e diretor Rogê Francê. Segundo o elenco, os recursos de produção serão um segredo para o público, que certamente vai se encantar com o resultado. Costa Filho, que já protagonizou "A milagreira", filme ainda não concluído, dirigido por Sônia Maria e Joabe Ricardo, se mostra otimista com mais uma experiência na área cinematográfica. "É gratificante participar de mais um filme. Não é nem um Titanic ou trilogia de Harry Potter, mas nas pequenas ações também pode se deixar grandes lições", conclui o ator. Confira neste blog fotos e vídeos do "'making of" desta produção cinematográfico-bacabalense. NA FOTO alguns do elenco: Costa Filho e José Wilker (agachados), Laiza e Rogê (no meio abraçados)

20/02/2011

FACES DA ARTE COMPLETA 9 MESES COM 51 ATAS DE REUNIÕES


O grupo Facesa da Arte em ensaio de perfórmance

O Grupo Artístico Faces da Arte completa nove meses, na quarta-feira, 23 de fevereiro. Fundado em maio de 2010, o grupo se orgulha de ser um dos mais atuantes e organizados da cidade, com um total hoje de 51 reuniões registradas em ata.  "Temos nosso uniforme, para o qual adotamos as cores básicas do teatro: preto e branco. Temos nossa organização interna, nossas regras para melhor funcionamento dos ensaios. Segunda-feira, 21, o grupo se reunirá em clima dedespedida do ator Rogê Francê que está de partida do grupo por tempo indeterminado para outra cidade. "Ficamos de certo modo tristes, pois o Rogê é o que mais incentiva o grupo", diz Layza, lamentosa. "Expresso aqui nossa gratidão e amizade ao nosso colega Rogê pelos esforços e alegrias e mesmo pelas chatices que proporcionou ao grupo. Desejamos que a arte o persiga onde ele for", declara Costa Filho.


Layza Hawitt e Costa Filho se despedem de Rogê no local de ensaio.
 A foto abaixo vai em tua homenagem, cara!




05/02/2011

CRÔNICA EM FOCO



                          REFÉM DOMICILIAR

                                                                                                                                          Edgar Moreno

Você sai à rua, depois de pensar mil e uma vezes se deveria fazê-lo. Deve sim. Mesmo correndo riscos. A Lei da Sobrevivência é maior. Já beijou os filhos, trancou bem as portas, e sai. Antes, porém, reza o Pai Nosso, concentrando-se na frase: “livrai-nos do mal. Amém”. “Livrai-nos?” Sim, sua família ficou em casa e corre riscos semelhantes. Então você põe um pé fora de casa. Olha para um lado e outro. Reserva-se enquanto aquele moleque de calção taquitel passa olhando de soslaio. Se é ladrão, não se sabe, mas tudo indica ser um “usuário”. É como eles dizem para se safar do flagrante de tráfico. Na dúvida é um forte suspeito. Todo mundo é suspeito. Até aquele lá de bigode e bem trajado pode ir levando consigo alguma pedra de “crack”. Então é prendê-los. Eu? Pode ser. Segundo o artigo 301 do CCP qualquer pessoa pode prender um suspeito! Nunca! Deixa isso para a Polícia, que averigua ou prende o sujeito. Prender onde? A carceragem até interditada foi pela Justiça! Além disso, eles sabem direitinho que ninguém pode ser preso sem provas. Ora bolas! Se até com provas tem bandido solto, imagine... Voltemos ao nosso rumo, senão...
        Lá à frente você precisa atender ao celular. Mas dirigindo não pode. Parar na rua é perigoso. Então, o que você faz? Deixa o aparelho tocar, chamando a atenção daquele cara suspeito, ou, correndo risco, para e atende, ou deixa a ligação cair para atendê-la num lugar seguro? A última opção parece a mais adequada, melhor ainda se seu telefone móvel estivesse apenas no modo vibratório. Ninguém precisa saber que você carrega um celular, muito menos ouvir aquele toque da “meninazinha” rindo e cantando: “Ah! ah! ah! Etchamaracá! Ed Marley!...” Finalmente ao atender você percebe que o número é de fora: “Bom dia! Eu falo com o senhor Astrogildo de Tal e Tal? Sou do setor X da Empresa Y, credencial nº tanto. Você poderia me confirmar seu endereço, celular e...” Você desconfia e desliga, pois sabe que pode ser um golpe.
No trabalho toma conhecimento que um comércio foi arrombado, uma moto roubada, um velhinho enganado, três casos de lesão corporal e um homicídio. Meio dia, você não sabe se come ou se assiste a tudo isso no Ronda da Cidade, no Roda Viva e no Fala Cidade. E tudo com reprise. E mais: cinco presos fugiram da cadeia e que dos onze liberados à prisão domiciliar, um já andou aprontando; que o seu Pedro Messias da Trizidela continua revoltado com essa situação. E chove de entrevistas nos canais locais de TV: com o Secretário de Segurança Pública, o juiz Carlos Roberto Paula, o Delegado Jáder Alves e o outro Delegado (ou ex Delegado?) Regional Henrique Permulter. E os Promotores? Estão de férias ou doentes. E tem mais o depoimento de uma mãe negligenciada de atendimento pelo SAMU, o caso Mayana Cleide, morta de uma queda de rede e o caso Jaciara, ainda não solucionado...
        Então você põe as mãos na cabeça e toma uma decisão: se dá férias forçadas do serviço e, via telefone, pede um cadeado Pado E-50 e se tranca num cofre com toda sua família. Definitivamente a rua já tem outros donos. Acabou-se seu direito de ir e vir.

ELENCO TEATRAL

ELENCO TEATRAL
Homenagem ao amigo Malaka no DF

Amigos da ASDEBAL (Ao amigo Malaka no DF)

Amigos da ASDEBAL (Ao amigo Malaka no DF)

Uma cena que ensina em "Viver é adaptar-se" peça de Casanova e Lúcia Correia

Uma cena que ensina em "Viver é  adaptar-se" peça de Casanova e Lúcia Correia