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ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME

ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME
ATORES BACABALENSES GRAVAM FILME "O caminho proibido" é a nova onda que atores bacabalenses estão vivenciando desde fevereiro. O elenco, formado em sua maioria por integrantes do grupo Faces da Arte, de onde surgiu a idéia, conta também com a participação de atores de outros grupos como Cia Curupira e Facetários. Dirigido por Rogê Francê, o filme traz em seu roteiro a trama de um relacionamento mal resolvido entre Kátia (Laiza Hawitt) e Fernando (Costa Filho), que, no trajeto de uma reconquista, vão se deparar com um "caminho proibido". Ali acontecerão cenas de ação, suspense e mistério e morte entre o casal e dois psicopatas interpretados por José Wilker (Cia Curupira) e Pablo Evangelista (Grupo Facetários). "Algumas cenas já foram gravadas. Mas há ainda muita coisa há ser feita, pois um filme, por simples que seja, requer longas horas de trabalho", diz o roteirista e diretor Rogê Francê. Segundo o elenco, os recursos de produção serão um segredo para o público, que certamente vai se encantar com o resultado. Costa Filho, que já protagonizou "A milagreira", filme ainda não concluído, dirigido por Sônia Maria e Joabe Ricardo, se mostra otimista com mais uma experiência na área cinematográfica. "É gratificante participar de mais um filme. Não é nem um Titanic ou trilogia de Harry Potter, mas nas pequenas ações também pode se deixar grandes lições", conclui o ator. Confira neste blog fotos e vídeos do "'making of" desta produção cinematográfico-bacabalense. NA FOTO alguns do elenco: Costa Filho e José Wilker (agachados), Laiza e Rogê (no meio abraçados)

07/10/2011

Filme bacabalense “O caminho proibido” é lançado com sucesso

      Na noite de 16/09, sexta-feira, o auditório do Cefram/CONASA foi palco de um evento inédito na cidade: o lançamento do filme “O caminho proibido” um trabalho cinematográfico de cunho amador, gravado e editado em Bacabal, com atores da cidade. Antes da sessão de estréia artistas locais mostraram ao público a dança de rua e o hip-hop, numa parceria de valorização e reconhecimento às manifestações artísticas bacabalenses. O longa-metragem é uma realização do grupo Faces da Arte, e teve a direção do jovem Rogê Francê. No elenco central Costa Filho, Laiza Hawitt e José Wilker e os figurantes Jhanete Cléa, Ramiro Feitosa, Socorro Alves, Raimundo Matos, Hillary Francê, Raylla, Francê e Rogê Francê, que também foi celularman e figura como autor-intérprete da música principal da trilha sonora.
     O detalhe curioso é o fato de o filme ter sido gravado por celular. “Cerca de 70% das cenas foram feitas por aparelho celular de 2.0 MP e algumas com uma minicâmera”, disse o diretor em sua fala inicial de estréia. “A edição de cenas e efeitos sonoros ficaram a cargo de Marcos Silva, um produtor de vídeo da cidade. Mas tivemos outros patrocinadores, que acreditaram em nosso trabalho e por isso agradecemos”, completa Rogê.

Parcial do elenco: Rogê Francê (Diretor), José Wilker,
Ramiro Feitosa, Costa Filho e Layza Hawitt



Ator Costa Filho com o banner do filme


Segundo Costa Filho, ator e Diretor do grupo Faces da Arte: “Este filme é resultado dos esforços e do talento de seus atores, que em quatro meses de trabalho levaram às telas do povo bacabalense e até de outras cidades um fato inédito e histórico da arte local, já que “O caminho proibido” pode ser considerado o primeiro filme longa-metragem bacabalense estreado e popularmente conhecido, pois o mesmo está tendo grande repercussão”. “Onde a gente chega é comum as pessoas nos reconhecerem e perguntarem pelo filme, como foi gravá-lo e quando vamos fazer outro. Até sugerem participar”, completa Layza.
O texto-roteiro mostra um caso amoroso e arriscado vivido por Kátia (Layza Hawitt) e Fernando (Costa Filho) que pode ser encontrado em meio à sociedade contemporânea, regida que está pelo medo e pela insegurança no convívio fácil com viciados em drogas. A trama envolve a um só tempo romance, ação e suspense. Para os atores uma das mensagens que as cenas do filme podem deixar é um alerta para que os jovens ou pessoas que venham a assisti-lo nunca adentrem pelo caminho proibido, que são as drogas, o roubo, a violência e toda sorte de conseqüências que isso pode acarretar, mas trilhem sempre pelo caminho do bem e da não-violência.
Este trabalho, que já foi aprovado pelo público bacabalense, parece já está dando alguns resultados previstos no projeto. Grupos de jovens já se mobilizam no sentido de também gravarem trabalhos semelhantes. “Isso é positivo, além de provar que Bacabal está cheio de artistas e jovens talentosos em busca de uma oportunidade”, diz José Wilker.
“Que as manifestações artísticas possam ser apoiadas pelos governos e pela sociedade, pois elas podem ser o antídoto da criminalidade, que a cada dia aumenta entre nós’, conclui Costa Filho.

ELENCO TEATRAL

ELENCO TEATRAL
Homenagem ao amigo Malaka no DF

Amigos da ASDEBAL (Ao amigo Malaka no DF)

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Uma cena que ensina em "Viver é adaptar-se" peça de Casanova e Lúcia Correia

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